Mês: Janeiro

Faixas que salvam: last call; Blame It; Deep Enough.
Quero explicar a atribuição da minha nota baixa: achei as batidas e letras genéricas. Ouvi o álbum esperando algo com mais personalidade, julgando pela capa muito bonita e títulos interessantes das faixas.
Não é que é um álbum ruim, só é básico e, para mim, não é deep enough…

Faixas favoritas: Everything Matters; Giving In to the Love; Cure For Me; You Keep Me Crawling; Exhale Inhale; A Temporary High; Blood in the Wine.
Eu acompanhei muito o início de carreira da Aurora, mas depois do lançamento do álbum de estreia eu deixei de acompanhar muita coisa e chego a dizer que tive até preguiça de ouvir as músicas que ela lançava.
Então decidi deixar a preguiça de lado para ouvir esse álbum e simplesmente não pude me surpreender mais. As letras, melodias e vocais são impecáveis, é tudo muito bonito.
Eu sei que eu já deixei destacado “You Keep Me Crawling” bem destacada nas minhas faixas favoritas, mas digo aqui de novo neste parágrafo porque é uma música que me faz chorar. Quando eu não choro ouvindo essa música é porque eu estou segurando o choro. E eu simplesmente sou obcecado por músicas que me transmitem vontade de chorar. E queria deixar aqui também outra opinião sobre essa música: eu amo como os versos soam melodicamente como Bang Bang (My Baby Shot Me Down).
Preciso destacar somente esses 4 versos:
But why does it make me feel like I am weak and small?
Why do I keep begging like the animal?
Maybe it’s because I need to serve someoneSo you keep me crawling on my knees
You Keep Me Crawling

Faixas favoritas: Happy Loner; Pink Convertible; Free Woman.
No ano passado, eu julguei o Ancient Dreams in a Modern Land como o melhor álbum de 2021.
O lançamento de faixas adicionais logo no início 2022 (como uma versão deluxe) serviu para que eu possa reafirmar que a Marina realmente fez um dos melhores que eu já ouvi na vida. E eu não estou exagerando, pois é assim que eu me sinto. Não entrarei na questão de ranquear os meus favoritos da carreira dela, mas deixo já esclarecido que o Electra Heart (2012) segue sendo meu favorito.
Nessa versão deluxe, Marina seguiu sendo a única letrista das faixas. E agradeço pelo uso de uma nova foto na capa, pois a capa da versão padrão me incomoda — e convenhamos que nesse quesito ela não entregou, simplesmente não faz jus às capas das obras anteriores, nem mesmo à capa do Love + Fear.
Destaco alguns trechos de letras dessa versão deluxe que, para mim, foram brilhantemente escritas unicamente pela Marina. Continuo me sentindo muito conectado com esse álbum.
They don’t understand why I like being alone
Happy Loner
I don’t wanna be so accessible
Emotionally, I’m on the edge of a knife
That’s how I learned, that’s how I learned to survive
Laughing all the time
Pink Convertible
Driving in the sunshine
Pink convertible
Living in the free world
We’re so fucking blind
Praying we’ll be fine











