Ano: 2022

Faixas favoritas: Burning Bridges; Risk Of Getting Hurt; Thank Me Later; Dancer; Mistake Like You; High Note.
Infelizmente não tenho muito a dizer sobre esse álbum da Sigrid.
Eu tinha muitas expectativas em cima do álbum quando saiu Mirror e Burning Bridges. Na minha opinião, ficou um pouco longe de chegar perto do álbum de estreia dela que soa como uma obra inédita e que te põe num lugar que você nunca tinha experimentado.
Com o How To Let Go ela pelo menos entregou algumas preciosidades, incluindo a música mais bonita do ano até o momento: High Note.

Única faixa aceitável: Teenager.
Infelizmente é um álbum bem chato. Liricamente e sonoramente sem personalidade. Durante a execução inteira o que você ouve são batidas eletrônicas clichês insatisfatórias que não constroem um clímax em nenhum momento.

Faixas favoritas: Bad For Me; I’m Not In Love; Meant To Be.
Por favor, normalizem músicas com 1 minuto de duração! Como se músicas de 2 minutos já fossem muito bem aceitas na sociedade.
Esse EP é um exemplo perfeito que quantidade (de faixas e tempo de duração) nunca é mais importante que qualidade. Ela tirou 15 minutos do tempo dela e cantou tudo que tinha pra falar e fez isso da melhor maneira possível. Envolvente, verdadeiro, coerente e conectivo.

Um clássico que moldou caráter de muitos. Me incluo nessa afirmação.
Finalmente a faixa-título foi lançada junto com o restante das faixas, tornando a obra mais coerente e deixando meu coração contente.
Nesta avaliação não consigo escolher um número limitado das minhas faixas favoritas, portando vou dizer somente a minha mais favorita, que inclusive é minha música favorita de todos os tempos: Valley of the Dolls.
Termino aqui dizendo que Electra Heart (⭐️ 14.02.1986 — ✝️ 08.08.2013) estará para sempre em nossos corações.

Faixas favoritas: laughing; pieces; no time; imagination.
Vamos apoiar artista nacional foda??? Vamos sim, vamos sempre!!! Ainda mais quando o trabalho tem faixas incríveis que me dão a sensação de transcender, por exemplo, laughing.
Obrigado pelos mimos, xará.

Faixas favoritas: Optimist; Superfan; Best Behaviour; Good Taste.
Amo álbuns contagiantes e fáceis de ouvir desde a primeira execução. O Soft Spot com certeza entrega isso espontaneamente. Suas faixas com letras muito bem escritas, batidas cintilantes e com certo groove (eu nem sei se é essa palavra que eu queria usar, mas é o que me veem na cabeça) me fazem sentir um quentinho no coração que me deixam morrendo de vontade de sair dançando por toda extensão do lugar que eu estiver no momento que dou play.
Se você não conhece a Chelsea Jade (ou se já conhece) e acha que tem Good Taste para música, dá play sendo bem Optimist e comece a amá-la também como um Superfan.

Faixas favoritas: Lights On; This Enchanted; Quicksand; Thinking Of; Giving the World Away; The Key.
Apesar de ter esperado muito mais desse álbum, ele ainda é barulhento e ouví-lo no vinil me traz uma certa magia que não experimentei nos streamings.

Faixas favoritas: Envolver; Gimme Your Number; Love You; Boys Don’t Cry; Versions of Me; Faking Love; Que Rabão.
Eu não tinha muitas expectativas sobre esse álbum. Nunca fui o maior fã da Anitta, mas como brasileiro sempre tive orgulho de ver onde ela chegou (e os frutos que tem colhido) e sempre que necessário defendi de quem a criticava (desabafei).
Confesso que queria estar mais inspirado para escrever melhor uma boa avaliação sobre o álbum, porque ele realmente merece as melhores palavras.
Então para começar: não concordo, mas entendo ela ainda cantar reggaeton para continuar conquistando o público latino, mas é aquele negócio: não é meu estilo favorito e na verdade passa bem longe de ser. As aclamações recebidas em Envolver e Me Gusta com certeza fizeram a Gata seguir esse caminho, mas mesmo como uma Maria Elegante essas duas faixas não me conquistaram e são as únicas do álbum que se eu pudesse eu apagaria do registro inteiro.
Gimme Your Number é uma das faixas mais divertidas do álbum com a participação do Ty Dolla $ign e sampleando o hit La Bamba que atravessa gerações. A faixa só não é mais divertida do que o funk Que Rabão. Ela prometeu que ia ter funk e entregou.
Em contra partida as faixas em inglês realmente conquistaram os meus ouvidos. Ela se mostrou uma ótima cantora pop, e não uma cantora pop qualquer, uma cantora pop que quer e trabalha com ótimos artistas da música pop contemporânea. O tipo de música pop que ela entregou nesse trabalho é o tipo de material que sempre desejei ouvir na voz dela desde que decidiu se aventurar como uma artista internacional.
Ainda bem que não aconteceu o que eu estava esperando, uma grande bagunça sonora depois de dizer que o álbum teria muitas participações diferentes, e mais ainda depois que o álbum teve o título alterado de Girl From Rio para Versions of Me com uma capa zoada (Anitta, nessa eu ainda não consigo te defender).
Não tenho mais o que falar, mas para deixar registrado aqui: Boys Don’t Cry é uma das melhores músicas do ano, assim como a faixa-título que soa como os hits da Ava Max (o que não é pura coincidência porque tem canetada da Madison Love na composição).
E só para terminar, eu não poderia deixar de comentar também a participação da RAYE em Love You, uma das minhas favoritas do álbum: And as hard as I pray to change it / As much as I hate to say this / I, I, I, I’ll always love you.
E vamos de aclamação mundial…



















